#30 Desafio ‘2018, o ano do sem’: março sem plástico

Bora lá para o nosso terceiro desafio do ano do sem? Como eu já dei o spoiler no último post – no qual compartilhei os meus aprendizados do fevereiro sem compras -, março será a vez de entrar com os dois pés nessa ideia de viver de uma forma mais sustentável. E como eu pretendo fazer isso? Ficando um mês sem sacolinhas, copos e canudos plásticos. É isso mesmo: teremos um março sem plástico!

Confesso que rola até uma vergoínha de admitir, mas mesmo sabendo de todos os problemas que esse material causa ao meio ambiente, eu preciso me colocar em uma situação de desafio para conseguir agir de maneira mais saudável quando se trata de plásticos – desta vez, não só pra mim, mas também para a saúde deste lindo planetinha em que vivemos.

Desleixo e irresponsabilidade minha, eu sei. E não é por falta de informação! O que me falta, se vocês permitem a sinceridade, é vergonha na cara. E já que eu não consegui criar isso no amor, que seja me desafiando publicamente. Quem sabe assim – inspirando mais gente a fazer o mesmo – eu consigo me redimir de ter demorado tanto tempo para tomar uma atitude?

Man looking at bill in grocery store. Image shot 2007. Exact date unknown.
Photo by Financial Tribune

E como já é tradição nos posts em que lançamos um desafio, vamos às regras! Tendo em vista que o objetivo aqui é viver da maneira mais sustentável possível dentro da minha realidade, eu já começo avisando que não tenho a ambição de reduzir a zero o uso de plástico. Ainda não tô podendo ser tão ousada, gente. O que eu vou fazer é deixar de trazer este plástico para a minha vida – seja ele em formato de sacolinha, copo, canudo ou outros descartáveis similares, como pratinhos e talheres. Essa é a minha regra.

Quanto ao plástico que eu já trouxe para a minha vida – como as inúmeras sacolinhas que eu acumulei e agora uso para colocar lixo -, seguirei utilizando. Sei que existem alternativas, como fazer saquinhos com folhas de jornal, mas ainda acho que dar uma utilidade ao que está na minha casa é menos pior do que simplesmente descartar sem uso nenhum.

Sei que para quem já aderiu a esses hábitos há algum tempo isso pode parecer pouco. E talvez até seja. Mas eu acredito que é dando esses primeiros passos, mesmo que eles sejam pequenos, que nós começamos a nos tornar mais conscientes da nossa relação com o mundo. Toda grande obra começa com um tijolinho!

Quem mais vem comigo nessa? 🙂

 

 

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